Sobre mim

Se você tem mais de 30 anos e nunca ouviu como resposta a uma queixa física "deve ser estresse", pode se considerar uma pessoa de sorte. Eu a recebi pela primeira vez quando tinha 17 anos e estava estudando para o vestibular. Tinha dores de cabeça constantes e estava com medo de ter um tumor no cérebro. Não era e segundo a médica deveria ser estresse. Isso se repetiu outras vezes com outros médicos e não só comigo. Estressada (o) era um adjetivo generalizado, em papo sobre saúde ou não, no início do novo século e a sugestão de solução era um mero "se preocupe menos".

 

Sendo assim, convivi com o fracasso de tentar não ser estressada por anos até transbordar as emoções em 2013, quando tive uma alta frequência nas emergências médicas e uma sucessão de distúrbios intestinais. Foi por causa desse ano fatídico que descobri os outros nomes por trás do estresse, como a ansiedade, e todos os efeitos relacionados a ele. Foi através da doença, portanto, que começou minha relação com a saúde e bem estar. 

Como uma curiosa jornalista, diante dos fatos, arregacei as mangas e fui pesquisar e estudar sobre saúde e qualidade de vida enquanto fazia terapia para organizar as questões internas. Descobri que transtornos mentais e o próprio estresse poderiam ser evitados se nosso estilo de vida fosse um tanto melhor. São pequenas coisas que fazem uma diferença enorme na nossa saúde e na sociedade como um todo. Por exemplo, comer em família (não necessariamente sanguínea) regularmente faz com que todos comam melhor e tenham mais bem estar físico e emocional, menos estresse e mais qualidade no sono. A conclusão é dos Estudos da Escola de Pedagogia de Harvard, nos Estados Unidos. Não necessariamente fácil na era do smartphone, mas possível. 

Gabi Albuquerque _Natuza Fotografias Afe

A necessidade de mudar

Comecei a observar as pessoas e perceber que eu não era a única desavisada. As vi com as costas curvas de tantas coisas que “precisam” fazer para ter sucesso e felicidade. Este estilo de vida leva a dados alarmantes sobre saúde mental, a depressão e a ansiedade custam US$ 1 trilhão à economia global a cada ano segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

 

Por isso, desde 2014, todo meu caminho profissional é pautado em ampliar o acesso à informações de qualidade sobre saúde porque acredito que viver é mais do que existir de forma automatizada. Escrevo para espalhar as palavras de afeto. Não é uma visão romântica, mas sim uma conduta infinitamente mais próspera, produtiva e longeva. 

 

Então, meu trabalho é comunicar sobre bem estar, qualidade de vida/trabalho e planejamento de tempo para uma vida mais saudável através de textos, conteúdo multimídia, workshops e talks/palestras. Tenho também uma newsletter chamada Tempo para você e o site com mesmo nome. 

 

Além da formação em jornalismo, fiz cursos sobre mindfulness, felicidade e uma pós em Psicologia positiva e ciências do bem estar, na PUC-RS. Para mais informações sobre currículo, acesse meu LinkedIn

Gabi Albuquerque _Natuza Fotografias Afe

Existência para além do trabalho 

Recifense, morando em São Paulo. 

Tenho mais de 30, sou casada com o amor da minha

vida, medito todos

os dias, amo estar perto da natureza, sou diurna,

faço exercício físico 5x a 6x por semana, cozinho e

faço bolo todo fim de semana e saboreio acompanhado

de café. Adoro ler, sempre estou com pelo menos dois livros por perto, assistir filmes e séries. 

 

Com essa descrição pareço uma jovem senhora zen, mas tem mais. Já tive um blog sobre comportamento e moda e trabalhei com isso nos tempos de faculdade e recém formada. Aprecio um bom vinho, amo viajar, adoro dançar. A esperança é um dom que eu tenho em mim, como cantou Caetano Veloso. 

 

Como relatei, fui meditar e buscar o caminho mais sereno justamente por ter carregado comigo o adjetivo da estressada. Todos os dias me dedico a ser e estar melhor sem querer ser perfeita, é um exercício que pede constância. Mas, assim como todos nós, nem sempre estou no auge da serenidade. É exatamente isso que busco ensinar e comunicar: bem estar é também aceitar que erramos e viver bem é aprender a conviver com isso. 

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