Sobre mim

Enxergo pessoas que trabalham horas, mesmo as donas dos próprios negócios e fazendo o que amam, para, no fim do dia, se entorpecerem no celular e se sentirem mais frustradas, irritadas ou, claro, inspiradas, é sempre possível.

Pessoas com as costas curvas de tantas coisas que “precisam” ser para ter sucesso. É estressante, cheio

de olheiras e dores nas costas.

Mas, não só acredito, como vivo, que o sucesso e prosperidade podem ser acompanhados de uma atuação empática, seja na empresa ou com você mesmo.

 

Eu acredito no trabalho qualitativo. Acredito que é possível empreender, crescer e estabilizar com direito

a férias para o empreendedor e colaboradores. Trabalho para quem está em busca disso e sei que são muitos os cansados. Trabalho para conseguirmos unir os valores humanos com o valor do capital. Não é a visão romântica e de ideologia, mas sim uma conduta infinitamente mais próspera, produtiva e longeva.

Como cheguei neste propósito?

Aprendi que para ser bem sucedida no trabalho, a gente precisava ser fria, dura, ter uma ação mais da "energia masculina" digamos assim. Eu, e todas as pessoas da minha geração, fui treinada para isso. Mas, na essência eu nunca fui assim e, por isso, vivi muito tempo com culpa por ser introspectiva e pela falta de "frieza" na hora da autopromoção. Acreditava na necessidade de embate para vencer.

Foi guardando minhas emoções, afinal elas não combinavam com o mercado, que eu fiz Jornalismo, estagiei e me formei e trabalhei como freelancer até o dia delas transbordarem. Meu corpo me pediu atenção em 2013 através de crises gastrointestinais. Minha digestão ficou mais sensível que a dos bebês e eu passava mal o tempo todo a ponto de ter medo de sair sozinha. Foi quando resolvi procurar ajuda.

Me dei um tempo na vida profissional, fui cuidar da minha saúde. Inquieta como sou, logo inventei um novo negócio. Fazia doces saudáveis super bem, modéstia à parte, e investi nisso criando a Paladar. Também sou curiosa e amo aprender (é uma das minhas principais fontes de abastecimento), então mergulhei nos estudos sobre comportamento humano. A ideia era me curar, mas tomou proporções maiores. Nessa época caiu minhas fichas sobre trabalho, vida e bem estar.

Encerrei a Paladar em 2016 para fazer uma transição, eu entendi ali que ansiedade e felicidade não dependiam só de alimentos saudáveis, era mais que isso. Decidi fazer tudo de forma organizada e, por isso, fiz um processo de coaching. Planejei a transição de carreira para desenvolvimento humano, fiz os cursos de certificação, e comecei a jornada. Nos primeiros atendimentos, em 2017, tudo que ouvia dos clientes me fazia lembrar das crenças do mercado e do embate.

 

Resolvi me dedicar a estudar sobre trabalho e bem estar, descobrir se era possível transformar as relações profissionais em mais humanizadas. É possível, eu mesma fui o teste e consegui estruturar os pilares: amor próprio, vida feliz, saúde em dia, trabalho realizador.


Hoje, sou especialista em equilíbrio entre vida pessoal e profissional, empreendedora (vem negócio novo já já) e sigo escrevendo como uma jornalista redatora de coração. Faço atendimento individuais e dou workshops

e palestras.

E sobre Gabi

sem falar de trabalho?

Uma recifense apaixonada pelo mar.

Parece redundante, mas acredite, não é. haha

Tenho mais de 30, sou casada com o amor da minha vida, medito todos os dias, amo estar perto da natureza, faço exercício físico 5x por semana, um deles é a yoga, não gosto de música alta, cozinho e faço bolo todo fim de semana, como acompanhado de café. Adoro ler e sempre estou com pelo menos dois livros por perto e também assisto mais de uma série por vez.

 

Sou fã de filmes, mas não gosto dos bobos. Com essa descrição pareço uma jovem senhora zen, mas tem mais.

Sou vaidosa, tenho um olhar estético apurado e vivo decorando a casa e arrumando o guarda roupa, aprecio um bom vinho, amo viajar, adoro dançar (curiosamente funk está na minha palylist). Sou uma otimista incurável, ainda bem.

E acredito nas boas energias do universo, no divino, no amor. Talvez eu realmente seja uma jovem senhora, talvez um pouco zen, com certeza gulosa.

 

Minha vida não é perfeita e nem tenho essa pretensão, acredito que equilíbrio é distribuir atividades, sonhos,

metas de acordo com o que me faz bem e isso significa deixar algumas coisas de fora. Faz parte do viver.

Esta sou eu, pode me chamar de Gabi. 🍀

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Gabi Albuquerque © 2020 | por Mulheres Connection.